| Artigo Publicado no Barlavento Online em 15 de Setembro de 2009 Tribuna Livre Mexilhões e vexame | ||
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Numa economia de mercado, a actividade empresarial é determinada pela procura do lucro, ou seja, a diferença entre os custos de produção de um produto e o respectivo preço de venda. Por sua vez, nos designados custos de produção, não só entra o factor «trabalho», mas muitos outros, como o da «energia», das «telecomunicações», dos «juros de créditos bancários», etc. 14 de Setembro de 2009 | 11:52 | ||
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Mexilhões e Vexame
Partilharquinta-feira, 9 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
SURTIU EFEITOS? VER PARA CRER!
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Acesso ao Direito: Pagamento de Honorários em Atraso
O MJ adiantou ainda que até ao fim do mês de Julho serão integralmente pagas todas as despesas e honorários referentes ao corrente ano, cujas notas de honorários e despesas já foram apresentadas ao IGFPJ - Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça.
E no Correio da Manhãhttp://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=AE7B4EF2-B64D-4B11-B813-D1D70E800801&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021
Nove milhões em atraso Despesas oficiosas vão ser pagas
A promessa foi anunciada no site da Ordem dos Advogados, onde se pode ler que o Ministério tutelado por Alberto Costa se compromete a pagar até ao final de Julho 'integralmente todas as despesas referentes' a 2009.
Recentemente, o bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto, anunciou a pretensão de processar o Estado português devido ao atraso no pagamento das despesas oficiosas, que são serviços prestados gratuitamente por advogados e pessoas que, sem meios para contratar um advogado particular, são defendidos por causídicos nomeados pela Justiça.
E no Diário de Notíciashttp://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1292767
Min. Justiça promete pagar honorários até Agosto
O bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho e Pinto, obteve hoje o compromisso do Ministério da Justiça de que, na próxima semana, vão ser pagos nove milhões de euros para liquidar os honorários e despesas das defesas oficiosas que se encontram em atraso.
Segundo refere o sítio na Internet da Ordem dos Advogados, o Ministério da Justiça adiantou que até ao fim de Julho serão "integralmente pagas todas as despesas e honorários referentes" a 2009, cujas notas de honorários e despesas já foram apresentadas ao Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça. O Ministério da Justiça confirmou, entretanto, o pagamento daquela verba.
As defesas oficiosas são serviços prestados gratuitamente pelos advogados a pessoas sem meios económicos para contratar um advogado particular.
E no Públicohttp://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390219
Informação avançada pela Ordem dos Advogados
Ministério da Justiça desembolsa nove milhões para pagar oficiosas em atraso
03.07.2009 - 20h50 Lusa
O bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho e Pinto, obteve hoje o compromisso do Ministério da Justiça de que, na próxima semana, vão ser pagos nove milhões de euros para liquidar os honorários e despesas das defesas oficiosas que se encontram em atraso.
Segundo refere o sítio na Internet da Ordem dos Advogados, o Ministério da Justiça adiantou que até ao fim de Julho serão "integralmente pagas todas as despesas e honorários referentes" a 2009, cujas notas de honorários e despesas já foram apresentadas ao Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça. O Ministério da Justiça confirmou, entretanto, o pagamento daquela verba.
As defesas oficiosas são serviços prestados gratuitamente pelos advogados a pessoas sem meios económicos para contratar um advogado particular.
REFERÊNCIA À CARTA ENVIADA À COMUNICAÇÃO SOCIAL PELO GRUPO
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Bastonário fala em “retrocesso civilizacional gravíssimo” Marinho Pinto preocupado com aumento de casos de "justiça pelas próprias mãos" 03.07.2009 - 07h49 Lusa
O
Entre duas maneiras de cobrar dívidas que o bastonário disse conhecer — “deitar a mão ao pescoço do devedor” ou levar a questão a tribunal —, “parece ser cada vez mais fácil a primeira opção”, afirmou.
O bastonário, que falava aos jornalistas após homenagear nove advogados de Paços de Ferreira com mais de 25 anos de actividade, recordou mesmo casos em que os credores optaram por espancar os seus devedores, incendiar os seus automóveis ou mesmo assassiná-los.
“Isto, em parte, é consequência da incapacidade dos tribunais em cobrar dívidas. É um dos aspectos da desjudicialização da justiça em Portugal e representa um retrocesso civilizacional gravíssimo”, considerou.
Marinho Pinto preconizou que se reforcem os meios dos tribunais em vez de se recorrerem a formas alternativas de justiça, como os julgados de paz ou centros de mediação.
Questionado sobre os alegados riscos de o novo mapa judiciário fracassar por falta de procuradores — uma questão suscitada terça-feira pelo procurador-geral da República — Marinho Pinto disse que Pinto Monteiro “não exagerou”.
“A ter pecado, terá sido por defeito”, disse, considerando que o procurador-geral costuma ser “muito equilibrado e ponderado” nas suas abordagens.
“Se ele diz que 40 procuradores resolviam o problema, isso deve querer dizer que devem faltar muitos. Era bom que o Governo atentasse naquilo que o senhor procurador-geral disse”, acrescentou.
Marinho Pinto disse ainda que a Ordem “está mesmo a encarar” o recurso aos tribunais para exigir que o Estado pague o que deve a advogados por defesas oficiosas. Marinho Pinto admitiu mesmo recorrer aos tribunais “a nível internacional”.
“Há vários milhões permanentemente em dívida aos advogados. E isto não é admissível. O Estado tem de fazer o que exige aos cidadãos, ou seja, o pagamento atempado das suas dívidas”, sublinhou.
Em fins de Maio, Marinho Pinto já equacionava mover uma acção contra o Estado por causa de dívidas desse tipo, que na altura já ascendiam a seis milhões de euros.
A questão ressurge agora, já que um grupo de advogados acaba de divulgar uma carta aberta ao Governo na qual exige o pagamento dos honorários em dívida por prestação de serviços ao Estado no âmbito do acesso ao apoio judiciário.







